CHÁ PRA AUMENTAR SUA LIBIDO E DESEJO SEXUAL! #libido #libidofeminina #saudedamulherA libido, ou desejo sexual, é um fenômeno complexo influenciado por fatores biológicos, psicológicos, relacionais e socioculturais. Apesar de os hormônios sexuais desempenhem papel sério, não há um único check-up laboratorial apto de verificar diretamente o “nível de libido”. A investigação necessita ser individualizada e orientada pela história clínica, pelo exame físico e pelas características do sintoma. Em muitas pessoas com diminuição do desejo sexual, os exames hormonais são normais, e a circunstância poderá estar relacionada a depressão, preocupação, estresse, problemas no relacionamento, angústia no decorrer da conexão, efeitos de medicamentos, distúrbios do sono ou doenças crônicas.

Os exames laboratoriais são mais úteis quando há sinais de deficiência hormonal, alterações menstruais, disfunção erétil, infertilidade, sintomas de menopausa, galactorreia, perda inexplicada de pelos, fadiga intensa, modificações da tireoide ou exercício de remédios que interferem no eixo hormonal. Pedir um painel vasto sem indicação poderá gerar resultados ambíguos, falsos diagnósticos e tratamentos supérfluos. A avaliação tem que ser conduzida por médico, preferencialmente endocrinologista, ginecologista, urologista ou profissional com experiência em medicina sexual.

Testosterona total

A testosterona é frequentemente associada à libido, em tão alto grau em homens quanto em mulheres. Nos homens, concentrações persistentemente baixas são capazes de estar relacionadas à redução do desejo sexual, disfunção erétil, redução do tecido muscular, fadiga, infertilidade e perda de pelos. Não obstante, a presença de libido reduzida isoladamente não confirma hipogonadismo.

O checape inicial normalmente recomendado é a dosagem de testosterona total no sangue. A coleta tem que ser feita, idealmente, pela manhã, em geral entre 7 e 10 horas, tempo em que os níveis costumam ser mais elevados. Recomenda-se fazer o diagnóstico em condições clínicas estáveis, visto que doenças agudas, privação de sono, jejum prolongado, treinamento físico abundante e mudanças consideráveis do peso podem modificar o consequência.

Um repercussão miúdo tem que ser confirmado em uma segunda coleta matinal, especialmente no momento em que não há sintomas claros. A visão não necessita se basear exclusivamente no intervalo de fonte impresso pelo laboratório, porque os métodos analíticos e as populações de referência variam. Valores limítrofes exigem avaliação complementar, principalmente da globulina ligadora de hormônios sexuais, ou SHBG.

Nas mulheres, a testosterona assim como participa do desejo sexual, da excitação e da resposta sexual, no entanto circula em concentrações muito pequenos. Então, a medição é tecnicamente mais complexo. Métodos comuns de imunoensaio conseguem exibir baixa precisão em concentrações femininas. No momento em que clinicamente indicado, é preferível utilizar métodos de superior especificidade, como a cromatografia líquida acoplada à espectrometria de massas, conhecida como LC-MS/MS. Mesmo deste modo, a concentração de testosterona não precisa ser utilizada isoladamente pra diagnosticar transtorno do desejo sexual feminino.

Testosterona livre, SHBG e albumina

A testosterona circula ligada principalmente à SHBG e à albumina. Apenas uma pequena fração permanece livre, e essa fração é considerada biologicamente mais disponível para os tecidos. Mudanças da SHBG conseguem fazer com que a testosterona total pareça normal enquanto a fração livre está reduzida, ou o oposto.

A dosagem de SHBG é especificamente vantajoso em circunstâncias de consequência limítrofe de testosterona total, obesidade, diabetes, hipotireoidismo, hipertireoidismo, doença hepática, uso de estrogênios, anticoncepcionais hormonais e envelhecimento. A testosterona livre podes ser medida diretamente, contudo alguns métodos diretos apresentam baixa confiabilidade. Em vários laboratórios, a estimativa calculada através da testosterona total, SHBG e albumina é mais adequada, desde que sejam utilizados métodos validados.

Em mulheres que fazem uso anticoncepcionais combinados ou terapia hormonal contendo estrogênio, a SHBG poderá acrescentar consideravelmente, reduzindo a fração livre de testosterona. Então, a interpretação tem que declarar o remédio utilizado e o instante da coleta. A interrupção de anticoncepcionais exclusivamente para realizar exames não necessita ser feita sem indicação médica.

Gonadotrofinas: LH e FSH

O hormônio luteinizante, ou LH, e o hormônio folículo-estimulante, ou FSH, são produzidos na hipófise e regulam a atividade dos ovários e dos testículos. Esses exames não medem diretamente a libido, contudo ajudam a reconhecer a origem de uma eventual deficiência de hormônios sexuais.

Nos homens com testosterona baixa, LH e FSH ajudam a discernir hipogonadismo primário, decorrente de modificação testicular, de hipogonadismo secundário, filiado à hipófise ou ao hipotálamo. LH e FSH elevados sugerem falha testicular; níveis baixos ou inadequadamente normais diante de testosterona reduzida conseguem assinalar comprometimento central. A avaliação podes ser primordial em homens com infertilidade, redução do volume testicular, histórico de quimioterapia, traumatismo craniano, doenças da hipófise ou exercício de opioides e glicocorticoides.

Nas mulheres, os níveis de FSH e LH variam conforme a fase do ciclo menstrual. O FSH podes ser útil pela investigação de insuficiência ovariana, amenorreia ou transição menopausal, entretanto um único efeito não é sempre que define o estado hormonal. Durante a perimenopausa, os valores são capazes de oscilar amplamente. Em mulheres com mais de quarenta e cinco anos e sintomas peculiares de menopausa, o diagnóstico costuma ser clínico, e a dosagem rotineira de FSH nem sempre é necessária.

Estradiol

O estradiol é o principal estrogênio em mulheres em idade reprodutiva. Ele influencia a lubrificação vaginal, a sensibilidade genital, o conforto ao longo da ligação sexual e, indiretamente, a vontade. A deficiência estrogênica, sobretudo após a menopausa, poderá causar secura vaginal, aflição na ligação e sintomas geniturinários que eliminam o interesse sexual.

A dosagem de estradiol pode ser indicada em casos selecionados, como amenorreia, suspeita de insuficiência ovariana, modificações do desenvolvimento puberal, supervisionamento de acordados tratamentos de fertilidade ou investigação de sintomas em contextos específicos. Contudo, o checape não é recomendado como avaliação rotineira da libido em todas as mulheres. Os níveis variam conforme o momento menstrual e podem ser complicados de interpretar fora de um assunto clínico acordado.

Em homens, o estradiol pode ser solicitado quando há ginecomastia, obesidade sério, doença hepática, emprego de definidos remédios ou suspeita de desequilíbrio entre andrógenos e estrogênios. A dosagem deve usar segredo apropriado pra baixas concentrações, porque alguns imunoensaios apresentam limitações em homens.

Prolactina

A prolactina elevada pode suprimir a libido ao interferir na elaboração de gonadotrofinas e de hormônios sexuais. Em homens, pode estar associada a testosterona baixa, disfunção erétil, infertilidade, diminuição dos pelos e aumento das mamas. Em mulheres, pode gerar irregularidade ou carência de menstruação, infertilidade, secura vaginal e geração de leite fora do tempo de amamentação.

A dosagem é recomendada no momento em que existem sintomas sugestivos, alterações menstruais, galactorreia, infertilidade, hipogonadismo sem razão esclarecida ou suspeita de doença hipofisária. Estresse, exercício intenso, estimulação das mamas, conexão sexual recente, ausência de sono e alguns remédios Quais são os testes laboratoriais recomendados para avaliar hormônios da libido? (basta clicar no próximo documento) capazes de elevar temporariamente a prolactina. Entre os fármacos associados estão antipsicóticos, alguns antidepressivos, antieméticos, opioides e anti-hipertensivos.

No momento em que o consequência é discretamente alto, o médico poderá repetir o diagnóstico em condições de repouso e avaliar a presença de macroprolactina, uma forma biologicamente menos ativa que pode causar elevação laboratorial sem sintomas significativas. Elevações persistentes e consideráveis, sobretudo acompanhadas de cefaleia ou modificações visuais, são capazes de requerer investigação da hipófise por imagem.

Função da tireoide: TSH e T4 livre

Distúrbios da tireoide são capazes de modificar o desejo sexual, a energia, o humor, a atividade erétil, a regularidade menstrual e a resposta sexual. O hipotireoidismo pode estar referente a fadiga, depressão, redução da libido, transformações menstruais e disfunção erétil. O hipertireoidismo bem como podes causar preocupação, perda de peso, modificações do sono e problemas sexuais.

O check-up inicial costuma ser o TSH. Se houver variação ou forte suspeita clínica, complementa-se o T4 livre. Em definidas circunstâncias, são capazes de ser necessários anticorpos antitireoidianos ou outros exames. A avaliação da tireoide é essencialmente significativo no momento em que a diminuição do desejo vem acompanhada de cansaço persistente, intolerância ao gelado ou ao calor, palpitações, tremores, constipação, diarreia, queda de cabelo ou transformações primordiais do peso.

DHEA e DHEA-S

O sulfato de de-hidroepiandrosterona, ou DHEA-S, é produzido principalmente pelas glândulas adrenais e tem êxito como precursor de outros hormônios esteroides. Seus níveis eliminam com a idade, entretanto essa diminuição não significa necessariamente doença nem sequer explica, por si só, baixa libido.

A dosagem de DHEA-S não faz parte da avaliação rotineira do desejo sexual. Pode ser ponderada quando há sinais de excedente de andrógenos, como hirsutismo volumoso, acne de início súbito, queda de cabelo de padrão androgênico ou suspeita de doença adrenal. O uso de DHEA pra aperfeiçoar a libido não precisa ser iniciado sem avaliação médica, em razão de podes causar acne, alterações de pelos, queda de cabelo, mudanças de humor e transformações metabólicas. Em mulheres, a evidência de privilégio é limitada e depende do assunto clínico.

Outros exames que conseguem ser necessários

Além dos hormônios diretamente relacionados ao eixo sexual, o médico poderá solicitar exames para discernir condições que afetam a função sexual. Hemograma pode proteger a investigar anemia; glicemia e hemoglobina glicada podem detectar diabetes; perfil lipídico e função renal ou hepática conseguem salientar doenças associadas à disfunção sexual. Em casos selecionados, são capazes de ser avaliados ferritina, vitamina B12, vitamina D ou outros marcadores, entretanto esses exames não são testes específicos de libido.

O cortisol não precisa ser solicitado como exame de rotina para investigar baixa libido. Alterações do cortisol podem realizar-se em distúrbios endocrinológicos específicos, todavia o efeito é muito influenciado pelo horário e pelo estresse da arrecadação. Assim como, progesterona não é um marcador geral de desejo sexual. Sua dosagem é usada principalmente em contextos de ovulação e fertilidade, e não para verificar ou apagar uma circunstância hormonal de baixa libido.

Em homens com suspeita de hipogonadismo, a avaliação pode acrescentar espermograma quando há desejo de fertilidade, essencialmente antes de cada tratamento com testosterona. A reposição de testosterona pode reduzir a realização de espermatozoides e não tem que ser utilizada por conta própria. Em homens com sintomas e mudanças hormonais, o médico também poderá avaliar antígeno prostático específico, hematócrito e outros parâmetros antes e durante o tratamento, conforme idade, risco e indicação.

Como preparar e interpretar os exames

A preparação depende do checape, mas alguns princípios são gerais. É sério avisar todos os remédios, suplementos, anticoncepcionais, terapias hormonais, anabolizantes e substâncias recreativas em emprego. Biotina em altas doses poderá interferir em estabelecidos imunoensaios; então, o profissional necessita ser informado sobre isto sua utilização.

A coleta tem que realizar-se no horário recomendado pro hormônio em dúvida. A testosterona masculina tem que ser quantidade preferencialmente pela manhã e repetida se estiver baixa. Nas mulheres, o dia do tempo menstrual deve ser inscrito, e o instante apropriado dependerá da pergunta clínica. O resultado precisa ser correlacionado com sintomas, idade, sexo biológico, estado reprodutivo, doenças associadas e segredo laboratorial.

Um nível hormonal dentro da faixa de fonte não corta a promessa de problema sexual, tal como um resultado ligeiramente fora da faixa não prova que o hormônio seja a razão do sintoma. Intervalos de referência são estatísticos e não substituem o julgamento clínico. O diagnóstico de deficiência hormonal exige, em geral, união de sintomas compatíveis e transformações laboratoriais confirmadas.

Abordagem clínica integrada

A avaliação da libido necessita acrescentar perguntas a respeito de início e duração do defeito, desejo espontâneo e responsivo, presença de excitação, orgasmo, dor, ereções ou lubrificação, qualidade do relacionamento, estresse, sono, humor, experiências traumáticas e felicidade sexual. Também é primordial revisar remédios como antidepressivos, antipsicóticos, anticoncepcionais, opioides, anti-hipertensivos e finasterida, entre outros.

Exercício excessivo, restrição calórica, obesidade, consumo grande de álcool, tabagismo, apneia do sono e doenças cardiovasculares podem afetar a função sexual. Assim, inclusive até quando exames hormonais são indicados, eles representam apenas uma parcela da investigação. Em muitos casos, a abordagem mais competente combina tratamento da doença de base, ajuste de remédios, psicoterapia ou terapia sexual, avanço do sono, atividade física e cuidado da saúde do relacionamento.

Em síntese, os principais exames hormonais considerados pela investigação de baixa libido são testosterona total, testosterona livre ou calculada, SHBG, LH, FSH, prolactina, TSH e, conforme o caso, T4 livre e estradiol. DHEA-S e outros testes precisam ser reservados a circunstâncias específicas. A solicitação e a visão desses exames necessitam ser individualizadas, evitando em tal grau a negligência de causas tratáveis quanto a medicalização de variações normais do desejo sexual.